01Por que planejar a sucessão
Famílias que não planejam a sucessão costumam enfrentar inventários longos, custosos e marcados por disputas. O planejamento sucessório antecipa decisões, define regras claras e preserva relações.
Para empresários e detentores de patrimônio diversificado, planejar é também proteger o negócio: garante continuidade, governança e previsibilidade.
02Holding familiar
A holding patrimonial concentra os bens da família em uma pessoa jurídica, permitindo a doação de quotas aos herdeiros com reserva de usufruto. O patriarca ou matriarca mantém o controle em vida, enquanto a sucessão dos bens já fica organizada.
Com a holding, é possível reduzir significativamente o ITCMD, organizar a administração patrimonial e proteger o patrimônio contra riscos jurídicos pessoais dos herdeiros.
03Testamento
O testamento é o instrumento clássico do planejamento sucessório. Permite destinar a parte disponível do patrimônio (50% nos casos com herdeiros necessários), nomear inventariante, reconhecer filhos e até deixar disposições não patrimoniais.
04Doação com reserva de usufruto
Transferir um imóvel aos filhos em vida, mantendo para si o direito de uso e fruição, é uma forma simples e eficiente de antecipar a herança. A propriedade muda, mas o doador continua usufruindo do bem até o seu falecimento.
Perguntas frequentes
Planejamento sucessório é só para quem tem muito patrimônio?
Não. Famílias com um único imóvel também se beneficiam ao evitar o custo e o tempo de um inventário tradicional.
É possível mudar o planejamento depois de feito?
Sim. Holdings, testamentos e doações podem ser revistos enquanto o titular estiver vivo, desde que respeitadas as regras legais.
Vamos analisar o seu caso de planejamento sucessório.
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